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Uma vez detectadas e quantificadas todas as emissões, a neutralização é feita por meio da compensação em projetos ambientais, que poderão estar no Brasil ou em qualquer parte do mundo. Esses projetos poderão abranger:

Recuperação Florestal
Árvores nativas plantadas em áreas antes devastadas, formando novas matas perenes. O número de árvores e a área a ser plantada dependerão da quantidade de emissões a ser neutralizada. No bioma da Mata Atlântica, em média, a cada cinco árvores plantadas é possível neutralizar a emissão de uma tonelada de carbono. Cada hectare comporta, em média, até duas mil árvores, ou seja, possibilidade de neutralizar até 400 toneladas de carbono. A relação árvores/tCO2e varia em função das características de cada bioma – Cerrado, Floresta Tropical, Semi-árido. As áreas recuperadas serão regularmente auditadas.

Conservação Florestal ou Desmatamento Evitado
Esta opção envolve a manutenção de florestas existentes nos principais biomas nacionais, a saber: Mata Atlântica, Floresta Amazônica e Cerrado, com estoques de carbono variando de 150 a 290 t CO2 por hectare conservado e protegido. A adoção de florestas, sua conservação e perenização ficou fora do "Protocolo de Kyoto" para efeitos do chamado MDL - mecanismo de desenvolvimento limpo. Mas sua inclusão pós 2.012 é considerada como praticamente certa, pela importância estratégica na manutenção dos estoques de Carbono existentes.

A MaxAmbiental entende ser este um mecanismo válido e incentiva seus clientes a adotarem uma postura de adoção de florestas, conservando-as e protegendo-as. O custo para adoção de uma floresta existente não segue regras, e sim, negociação e oportunidade. Tudo depende da região onde encontrarmos uma floresta com documentação legalizada e que tenha as dimensões requeridas, agregando isso à necessidade de supervisão e manutenção constante (zêlo contra fogo, invasões, etc.).

Energia Limpa
Investimento em empreendimentos existentes (aterros sanitários, por exemplo) ou em projetos de geração de energia limpa (eólica, fotovoltaica, biomassa, solar e outras formas) para substituição de equipamentos movidos a óleo que atendem comunidades ou a determinadas atividades industriais.

Todas as formas de reduções de consumo de energia fóssil podem ser quantificadas e consideradas para efeito de neutralização de emissões. São válidos para este fim tanto os projetos de geração de energia limpa, novos ou existentes, bem como os programas de substituição de equipamentos estacionários (caldeiras, fornos, guindastes, sistemas de iluminação) ou de transporte (caminhões, automóveis, empilhadeiras).